ADDA - Associação de Diabéticos do Distrito de Aveiro Animação Desportiva e Recreativa
Se tens mais de 8 e menos de 17 anos vem aprender a jogar Badminton, aos sábados, das 15.00 às 17.00 h, no Pavilhão Desportivo da Escola Aires Barbosa, em Esgueira (entrada pelas trazeiras). Terás que ser portador de: - Vestuário desportivo, incluíndo fato de treino (obrigatório) - Duas garrafinhas de plástico identificadas, com água, uma delas com dois pacotes de açucar - Estojo com Medidor da Glicémia
No próximo dia 19 de Setembro, realizar-se-á o II Cicloturismo da Associação de Diabéticos do Distrito de Aveiro.
O ponto de encontro será no Parque de Estacionamento da Universidade/Hospital, junto ao AutocarroBar, pelas 9H30. Será realizado um percurso pelas ruas da cidade, em bicicleta própria ou em BUGA (a reservar no acto de inscrição). O almoço será em jeito de piquenique (cada um traz o seu e, se quiser, algo mais para partilhar...), e ao início da tarde encerraremos com um passeio de Moliceiro!
Confirma a tua participaçãp através do telemóvel número 965 715 872 ou pelo e-mail associacaoaveiro@gmail.com
Data limite de Inscrição: 14 de Setembro (2.ª feira) Pagamento no início da actividade: Sócio 10€ Não Sócio 15€
Condições especiais Crianças até aos 10 anos: gratuito; Participação de um agregado familiar (marido e esposa ou marido, esposa e filhos): desconto de um euro por cada elemento pagante.
1. O que é o novo vírus da Gripe A(H1N1)v? O novo vírus da Gripe A(H1N1)v, que apareceu recentemente, é um novo subtipo de vírus que afecta os seres humanos. Este novo subtipo contém genes das variantes humana, aviária e suína do vírus da gripe e apresenta uma combinação nunca antes observada em todo o Mundo. Em contraste com o vírus típico da gripe suína, este novo vírus da Gripe A(H1N1)v é transmissível entre os seres humanos.
2. Quais os sintomas da doença pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v? Os sintomas de infecção pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v nos seres humanos são normalmente semelhantes aos provocados pela gripe sazonal: Febre Sintomas respiratórios (tosse, nariz entupido) Dor de garganta Possibilidade de ocorrência de outros sintomas: Dores corporais ou musculares Dor de cabeça Arrepios Fadiga Vómitos ou diarreia [embora não sendo típicos na gripe sazonal, têm sido verificados em alguns dos casos recentes de infecção pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v] Em alguns casos, podem surgir complicações graves em pessoas saudáveis que tenham contraído a infecção.
3. Como se infectam as pessoas com o novo vírus da Gripe A(H1N1)v? O modo de transmissão do novo vírus da Gripe A(H1N1)v é idêntico ao da gripe sazonal. O vírus transmite-se de pessoa para pessoa através de gotículas libertadas quando uma pessoa fala, tosse ou espirra. Os contactos mais próximos (a menos de 1 metro) com uma pessoa infectada podem representar, por isso, uma situação de risco. O contágio pode também verificar-se indirectamente quando há contacto com gotículas ou outras secreções do nariz e da garganta de uma pessoa infectada - por exemplo, através do contacto com maçanetas das portas, superfícies de utilização pública, etc. Os estudos demonstram que o vírus da gripe pode sobreviver durante várias horas nas superfícies e, por isso, é importante mantê-las limpas, utilizando os produtos domésticos habituais de limpeza e desinfecção.
4. Qual é o período de incubação da doença? O período de incubação da Gripe A(H1N1)v, ou seja, o tempo que decorre entre o momento em que uma pessoa é infectada e o aparecimento dos primeiros sintomas, pode variar entre 1 e 7 dias.
5. Durante quanto tempo uma pessoa infectada pode transmitir o vírus a outras? Os doentes podem infectar (contagiar) outras pessoas por um período até 7 dias, a que se chama período de transmissibilidade. É prudente, contudo, considerar que um doente mantém a capacidade de infectar outras pessoas durante todo o tempo em que manifestar sintomas.
6. A doença pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v pode ser tratada? O novo vírus da gripe é sensível aos medicamentos antivirais oseltamivir e zanamivir.
7. Qual a melhor forma de evitar a disseminação do vírus, no caso de estar doente? Limite o contacto com outras pessoas, tanto quanto possível Mantenha-se em casa durante sete dias, ou até que os sintomas desapareçam, caso estes perdurem. Cubra a boca e o nariz quando espirrar ou tossir, usando um lenço de papel. Nunca com as mãos! Utilize lenços de papel uma única vez e coloque-os de imediato no lixo. Lave frequentemente as mãos com água e sabão, em especial após tossir ou espirrar. Pode usar toalhetes descartáveis com soluções alcoólicas.
8. Qual é a melhor técnica de lavagem das mãos? Lavar as mãos frequentemente ajuda a evitar o contágio por vírus da gripe e por outros germes. Recomenda-se que use sabão e água, pelo menos durante 20 segundos. Quando tal não for possível, podem ser usados toalhetes descartáveis, soluções e gel de base alcoólica, que se adquirem nas farmácias e nos supermercados. Se utilizar um gel, esfregue as mãos até secarem e não use água.
9. Existe alguma vacina contra o vírus da Gripe A(H1N1)v? De momento, não existe vacina que proteja as pessoas contra o novo vírus da Gripe A(H1N1)v.
10. A vacina da gripe sazonal é eficaz contra o novo vírus da Gripe A(H1N1)v? Não há evidência científica, até ao momento, de que a vacina contra a gripe sazonal confira protecção contra a Gripe A(H1N1)v
11. O vírus da Gripe A(H1N1)v pode ser transmitido às pessoas através do consumo de carne de porco ou derivados? Não. O vírus da Gripe A(H1N1)v não é transmitido pela ingestão de carne de porco ou derivados. Esta nova estirpe não foi, até à data, observada em animais e não há indícios de que o vírus tenha entrado na cadeia de produção. A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar e o Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças desconhecem qualquer evidência científica que sugira a possibilidade de transmissão do vírus por consumo de carne de porco e derivados.
12. Qual é a situação da doença na Europa e no resto do Mundo? A situação a nível mundial está em constante evolução. Para informações mais recentes, consulte o Microsite da Gripe do sítio da Direcção-Geral da Saúde.
13. Que devo fazer para me proteger se tiver de viajar para áreas onde foram identificados casos de Gripe A(H1N1)v? Os viajantes devem seguir as precauções gerais de higiene relativamente a infecções respiratórias se viajarem para áreas onde foram detectados casos de infecção pelo novo vírus da gripe: Lave frequentemente as mãos com água e sabão; Evite o contacto próximo com pessoas doentes; Se estiver doente: Mantenha a distância de pelo menos 1 metro em relação aos outros, para evitar a propagação do vírus; Permaneça em casa, sempre que possível; Evite multidões ou grandes aglomerados de pessoas; Se tossir ou espirrar, proteja a boca e o nariz com um lenço de papel de utilização única ou use o antebraço e não as mãos; Para se assoar, use lenços de papel de utilização única e coloque-os, de imediato, no lixo; Lave as mãos com frequência.
14. Que precauções devo tomar se estiver a regressar de uma área onde foram identificados casos de Gripe A(H1N1)v? Viajantes que regressem de uma área onde foram detectados casos de infecção pelo novo vírus da Gripe devem estar particularmente atentos ao seu estado de saúde e, se experimentarem algum dos seguintes sintomas, devem contactar de imediato a Linha Saúde 24 (808 24 24 24), durante os 7 dias seguintes ao regresso: Febre (>38ºC) e um dos seguintes sintomas: Sintomas respiratórios como tosse ou nariz entupido; Dor de garganta; Dores corporais ou musculares; Dor de cabeça; Fadiga; Vómitos ou diarreia.
15. Estamos perante uma nova pandemia de gripe? Uma pandemia de gripe é uma epidemia à escala mundial, provocada por um novo vírus da gripe que infecta uma grande parte da população. No século XX, houve três pandemias deste tipo: em 1918, 1957 e 1968. Em Portugal e nos outros países da Europa foram desenvolvidos, nos anos mais recentes, esforços consideráveis de preparação para uma pandemia, sendo que todos os Estados Membros da União Europeia têm planos de contingência nacionais. Em 11 de Junho de 2009, a Organização Mundial de Saúde elevou para 6 o nível de alerta de pandemia. Esta alteração da Fase 5 para Fase 6 não está relacionada com o aumento da gravidade clínica da doença, mas sim com o crescimento do número de casos de doença e com a sua dispersão a nível mundial.
Quinta, 23 Julho 2009 09:28 Programa será criado este ano
O Ministério da Saúde vai elaborar um programa especial para a diabetes, que deve contar com dietistas, especialistas em exercício ou podologistas. O projecto vai incidir sobretudo na prevenção, evitando que pessoas com factores de risco desenvolvam a doença e que as que a têm não progridam para complicações. No âmbito do programa, enfermeiros e especialistas terão mais autonomia.
O Ministério da Saúde irá criar um novo programa para a diabetes em 2009, que deverá passar pelo aumento do financiamento às unidades de saúde. O objectivo é agilizar e aumentar o acesso dos doentes a cuidados de qualidade e, sobretudo, "prevenir o aumento da doença e das suas complicações", disse José Manuel Boavida, o coordenador do programa nacional da diabetes. Apesar de ainda estar em estudo, o programa "deve contar com a integração de profissionais como nutricionistas, podologistas e especialistas em exercício físico", refere. Alexandre Diniz, da Direcção-Geral da Saúde, calcula que "as unidades de saúde - como os hospitais - passem a ser mais financiados para tratar doentes, segundo os serviços prestados". A diabetes, que afecta quase um milhão de portugueses, é a doença que os especialistas consideraram que devia ter, prioritariamente, um projecto de gestão integrada da doença (GID). Este passa pela participação das várias unidades em termos de prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação e acompanhamento destes doentes. Os anteriores programas de GID, como o da obesidade, contam com "centros de tratamento, para actividades específicas, e centros de elevada diferenciação, que estão preparados para fazer todo o tipo de tratamentos". Na diabetes, ainda não se sabe se haverá este modelo. Alexandre Diniz diz que "este programa está a ser formalizado e deverá ser aprovado, porque há essa vontade por parte da DGS e da Administração Central dos Sistemas de Saúde", a entidade responsável pelo financiamento. José Manuel Boavida diz que, "ao longo deste segundo semestre, vão ser propostas as condições para se avançar em 2009. Só o podemos fazer depois de termos os dados da prevalência da doença e falta saber as complicações e como estão a ser tratadas". Na sua opinião, "o programa vai incidir sobretudo na prevenção, evitando que pessoas com factores de risco desenvolvam a doença e que as que a têm não progridam para complicações". Por um lado, haverá um esforço para diagnosticar a doenças nas pessoas que ainda não sabem que a têm. "Por outro, queremos integrar outros profissionais: mais enfermeiros na prática quotidiana, dietistas, especialistas em actividade física, ortópticos para fazer os rastreios à retinopatia diabética e podologistas para o do pé diabético". A ideia é que os médicos supervisionem e actuem quando necessário, mas "os enfermeiros e outros especialistas terão mais autonomia". Para a aumentar terá de haver uma aposta na formação, diz o coordenador do programa. José Manuel Boavida pretende que as pessoas com factores de risco sejam acompanhadas para os combater. As que tiverem a doença devem ter um controlo ainda mais rigoroso, com acesso a mais consultas. Fonte: Diário de Notícias